sábado, 16 de abril de 2011

Peregrinação para o Santuário João Paulo II

As 02H00 deste sábado nos reunimos na Matriz para celebrarmos o Ofício Divino e seguirmos em peregrinação para o santuário João Paulo II, povoado de Lagoinha, encerrando a caminhada quaresmal.
Caminhada de duas horas, ao chegarmos ao povoado meditamos o Santo Terço e as 05H00 iniciou-se a Santa Missa. Partilhamos um café comunitário e voltamos para as nossas casas, abastecidos pela presença de Jesus na Comunhão, na Palavra e nos irmãos.








































PROGRAMAÇÃO DA SEMANA SANTA

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA SANTA - 17 a 24 de Abril de 2011



SÁBADO
02h00: Ofício Divino na Igreja Matriz.
02h30: Peregrinação da Paróquia à Comunidade de Lagoinha.
05h00: Missa de encerramento das celebrações da quaresma no Santuário João Paulo II.
DOMINGO DE RAMOS
05h00: Ofício Divino na Igreja Matriz.
06h00: Missa na Capela de Lagoinha.
08h00: Missa na Capela de Vila de Fátima.
10h00: Missa na Capela do Vidéo.
18h00: Concentração no Pátio da Feira Livre para Bênção dos Ramos e em seguida procissão para a Igreja Matriz, onde continua a Celebração da Santa Missa.
SEGUNDA-FEIRASANTA  
05h00: Ofício Divino das comunidades.
19h00: Missa na Igreja Matriz.  
TERÇA-FEIRA SANTA  
05h00: Ofício Divino das comunidades.
19h00: Missa na Igreja Matriz.  

QUARTA-FEIRA SANTA
05h00: Ofício Divino das comunidades.
08h00: Missa com enfermos e Pessoas Idosas. 18h00: Via-Sacra pelas ruas da cidade.

QUINTA-FEIRA SANTA
05h00: Ofício Divino das comunidades.
07h00: Missa Ceia do Senhor e Lava-pés na Capela de Lagoinha (seguida de Vigília Eucarística).
09h00: Missa Ceia do Senhor e Lava-pés na Capela de Vila de Fátima (seguida de Vigília Eucarística).
19h00: Missa Ceia do Senhor e Lava-pés na Igreja Matriz (seguida de Vigília Eucarística).
SEXTA–FEIRA SANTA
05h00: Via Sacra pelas principais ruas da cidade.
12h00: Ofício Divino das comunidades.
15h00: Paixão e Morte do Senhor na Igreja Matriz.
SÁBADO SANTO
05h00: Ofício Divino das comunidades.
19h00: Concentração no Pátio às proximidades da casa de Sr. João Pedro para Celebração da Vigília Pascal.  
DOMINGO DA RESSURREIÇÃO
19h00: Missa Domingo de Páscoa da Ressurreição do Senhor na Igreja Matriz.



TABELA PARA ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO NA QUINTA FEIRA SANTA

HORÁRIO
EQUIPES DE COORDENAÇÃO
20h30 às 21h00
GPC e EJC
21h00 às 21h30
Catequese, Acólitos, Crianças do Terço e Pastoral da Criança
21h30 às 22h00
Legião de Maria e Apostolado da Mãe Rainha
22h00 às 22h30
Apostolado da Oração, Voluntárias de Caridade e Pastoral da Pessoa Idosa
22h30 às 23h00
Encontro de Casais com Cristo e Ministros da Eucaristia
23h00 às 23h30
Pastoral do Dízimo e Pastoral Familiar
23h30 às 00h00
Renovação Carismática Católica, Homens do Terço e Mulheres do Terço

ATIVIDADES PARA CELEBRAÇÃO DO OFÍCIO DIVINO E OUTRAS
Dia
Hora
Responsáveis
Domingo
05h00
TODOS OS GRUPOS, PASTORAIS e MOVIMENTOS
Segunda
05h00
PASTORAL DO DÍZIMO e PASTORAL DA CRIANÇA
Terça
05h00
LEGIÃO DE MARIA e TERÇO DOS HOMENS
Quarta
05h00
COROINHAS, CATEQUESE e TERÇO DAS CRIANÇAS
Quarta
08h00
MINISTROS DA EUCARISTIA, PASTORAL PESSOA IDOSA e VOLUNTÁRIAS DE CARIDADE
Quarta
18h00
TODOS OS GRUPOS, PASTORAIS e MOVIMENTOS
Quinta
05h00
MULHERES DO TERÇO e MÃE RAINHA
Sexta
05h00
RCC, EJC e GPC
Sexta
12h00
PASTORAL FAMILIAR e ECC
Sábado
05h00
MINISTROS DA EUCARISTIA, PASTORAL PESSOA IDOSA e VOLUNTÁRIAS DE CARIDADE

segunda-feira, 11 de abril de 2011

DIA DE CONFISSÃO

NESTA TERÇA-FEIRA, 12/04/2011, A PARTIR DAS 15H00 OS  6 PADRES DO ZONAL DO ALTO PAJEÚ ESTARÃO ATENDENDO CONFISSÕES, NA MATRIZ SÃO SEBASTIÃO.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Data da Páscoa

As primeiras comemorações de páscoa foram feitas pelo povo hebreu (judeu), quando foram libertos da escravidão no Egito. Isso aconteceu em razão das orientações que Moisés recebeu de Deus, de colocar seu cajado sobre o mar vermelho e abrir caminho para que seu povo fugisse.
A páscoa cristã é uma comemoração em homenagem ao renascimento, à ressurreição de Jesus Cristo.
É uma festividade com data móvel, pois foi criada seguindo o calendário judeu, que por sua vez era baseado nas fases da lua.
A escolha da data se deu em razão das comemorações pagãs, da chegada da primavera, época de fartura devido às colheitas, com o renascimento da terra, que se tornaria fértil de novo. Os povos da Idade Média faziam homenagens à Ostera, deusa da estação.
Através do primeiro concílio de Niceia, no ano de 325 d.C, foi estabelecida uma data para a páscoa: o primeiro domingo após o aparecimento da lua cheia, na estação da primavera do hemisfério norte (no hemisfério sul é outono).
É curiosa a forma como esse período de transição, que significa passagem, aparece escrito em várias línguas, sendo no hebreu “peschad”, no latim “pache”, em grego “paskha”, no alemão “ostem” e em inglês “easter”.
Saber calcular a data da páscoa foi fundamental para a criação do calendário cristão. Para isso é preciso dividir o ano escolhido por 19, depois somar 1 ao resto dessa divisão. O número encontrado deve ser consultado na tabela abaixo. É fato certo: a páscoa sempre acontece entre os dias 22 de março e 25 de abril.

A RESSURREIÇÃO DE JESUS

A Ressurreição de Jesus é um fato histórico inegável. O primeiro acontecimento da manhã do Domingo de Páscoa foi a descoberta do sepulcro vazio (cf. Mc 16, 1-8). Ele foi a base de toda a ação e pregação dos Apóstolos e foi muito bem registrada por eles. São João afirma: “O que vimos, ouvimos e as nossas mãos apalparam isto atestamos” (1 Jo 1,1-2).

Jesus ressuscitado apareceu a Madalena (Jo 20, 19-23); aos discípulos de Emaús (Lc 24,13-25), aos Apóstolos no Cenáculo, com Tomé ausente (Jo 20,19-23); e depois, com Tomé presente (Jo 20,24-29); no Lago de Genezaré (Jo 21,1-24); no Monte na Galiléia (Mt 28,16-20); segundo S. Paulo “apareceu a mais de 500 pessoas” (1 Cor 15,6) e a Tiago (1 Cor 15,7).

S. Paulo disse: “Porque antes de tudo, ensinei-vos o que eu mesmo tinha aprendido que Cristo morreu pelos nossos pecados [...] e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e foi visto por Cefas, e depois pelos Onze; depois foi visto por mais de quinhentos irmãos duma só vez, dos quais a maioria vive ainda hoje e alguns já adormeceram; depois foi visto por Tiago e, em seguida, por todos os Apóstolos; e, por último, depois de todos foi também visto por mim como por um aborto” (1 Cor 15, 3-8).

“Deus ressuscitou esse Jesus, e disto  nós todos somos testemunhas” (At 2, 32), disse São Pedro no dia de Pentecostes. Diz São Pedro no dia de Pentecostes: “Saiba com certeza toda a Casa de Israel: Deus o constituiu Senhor (Kýrios) e Cristo, este Jesus a quem vós crucificastes” (At 2, 36). “Cristo morreu e reviveu para ser o Senhor dos mortos e dos vivos”.( Rm 14, 9). No Apocalipse, João arremata: “Eu sou o Primeiro e o Último, o Vivente; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos, e tenho as chaves da Morte e da região dos mortos” (Ap 1, 17s).

A primeira experiência dos Apóstolos com Jesus ressuscitado, foi marcante e inesquecível: “Jesus se apresentou no meio dos Apóstolos e disse: “A paz esteja convosco!” Tomados de espanto e temor, imaginavam ver um espírito. Mas ele disse: “Por que estais perturbados e por que  surgem tais dúvidas em vossos corações? Vede minhas mãos e meus pés: sou eu! “Apalpai-me e entendei que um espírito não tem carne nem ossos, como estais vendo que eu tenho”. Dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e os pés. E, como, por causa da alegria, não podiam acreditar ainda e permaneciam surpresos, disse-lhes: “Tendes o que comer?” Apresentaram-lhe um pedaço de peixe assado. Tomou-o então e comeu-o diante deles”. (Lc 24, 34ss)

Aos Apóstolos amedrontados, que julgavam ver um fantasma, Jesus pede que o apalpem e verifiquem que tem carne e ossos.
Nada disto foi uma alucinação, nem miragem, nem delírio, nem mentira, e nem fraude dos Apóstolos, pois se tratava de pessoas muito realistas que, inclusive, duvidaram a principio da Ressurreição do Mestre. A custo se convenceram. O próprio Cristo teve que falar a Tomé: “Apalpai e vede: os fantasmas não têm carne e osso como me vedes possuir” (Lc 24,39). Os discípulos de Emaús estavam decepcionados porque “nós esperávamos que fosse Ele quem restaurasse Israel” (Lc 24, 21).

Estes depoimentos “de primeira hora”, concebidos e transmitidos pelos discípulos imediatos do Senhor, são argumentos suficientes para dissolver qualquer teoria que quisesse negar a ressurreição corporal de Cristo. Esta fé não surgiu “mais tarde”, como querem alguns,  na história das primeiras comunidades cristãs, mas é o resultado da missão de Cristo acompanhada dia a dia pelos Apóstolos.

Os chefes dos judeus tomaram consciência do significado da Ressurreição de Jesus, e, por isso,  resolveram dissipá-la: “Deram aos soldados uma vultosa quantia de dinheiro, recomendando: “Dizei que os seus discípulos vieram de noite, enquanto dormíeis, e roubaram o cadáver de Jesus. Se isto chegar aos ouvidos do Governador, nós o convenceremos, e vos deixaremos sem complicação”. Eles tomaram o dinheiro e agiram de acordo com as instruções recebidas. E espalhou-se esta história entre os judeus até o dia de hoje” (Mt 28, 12-15).

E Jesus morreu de verdade, inclusive com o lado perfurado pela lança do soldado. É ridícula a teoria de que Jesus estivesse apenas adormecido na Cruz. Os Apóstolos só podiam acreditar na Ressurreição de Jesus pela evidência dos fatos, pois não estavam predispostos a admiti-la; ao contrário, haviam perdido todo ânimo quando viram o Mestre preso e condenado; também para eles a ressurreição foi uma escândalo. Eles não tinham disposições psicológicas para “inventar” a notícia da ressurreição de Jesus ou para forjar tal evento. Eles ainda estavam impregnados das concepções de um messianismo nacionalista e político, e caíram quando viram o Mestre preso e aparentemente fracassado; fugiram para não ser presos eles mesmos (Cf. Mt 26, 31s); Pedro renegou o Senhor (cf. Mt 26, 33-35). O conceito de um Deus morto e ressuscitado na carne humana era totalmente alheio à mentalidade dos judeus.

É de se notar ainda que a pregação dos Apóstolos era severamente controlada pelos judeus, de tal modo que qualquer mentira deles seria imediatamente denunciada pelos membros do Sinédrio. Se a ressurreição de Jesus, pregada  pelos Apóstolos não fosse real, se fosse fraude, os judeus a teriam desmentido, mas eles nunca puderam fazer isto.

Os vinte longos séculos do Cristianismo, repletos de êxito e de glória, foram baseados na verdade da Ressurreição de Jesus. Afirmar que o Cristianismo nasceu e cresceu em cima de uma mentira e fraude seria supor um milagre ainda maior do que a própria Ressurreição do Senhor. Será que em nome de uma fantasia, de uma miragem, milhares de fiéis enfrentariam a morte diante da perseguição romana? É claro que não. Será que em nome de um mito, multidões iriam para o deserto para viver uma vida de penitência e oração? O testemunho dos Apóstolos sobre a Ressurreição de Jesus era convincente e arrastava. O edifício do Cristianismo requer uma base mais sólida do que a fraude ou a debilidade mental. Assim, é muito mais lógico crer na Ressurreição de Jesus do que explicar a potência do Cristianismo por uma fantasia de gente desonesta ou alucinada.

         A Ressurreição de Jesus é ponto fundamental da fé cristã, a ponto que São Paulo pode dizer: “Se Cristo não ressuscitou, vazia é a nossa pregação; vazia também é a vossa fé… Se Cristo não ressuscitou, vazia é a vossa fé; ainda estais nos vossos pecados” (1Cor 15, 14.17).

A Ressurreição de Jesus é a base da fé; São Paulo chama Cristo ressuscitado “o Primogênito dentre os mortos” (Cl 1, 18). A Ele, ressuscitado em primeiro lugar, seguir-se-á a ressurreição dos irmãos: “Cada qual na sua ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, por ocasião da sua segunda vinda; a seguir, haverá  o fim” (1Cor 15, 23s).


“Quando estávamos mortos em nossos delitos, (Deus Pai) vivificou-nos juntamente com Cristo – pela graça fostes salvos! – e com Ele nos ressuscitou  e nos fez assentar nos céus, em Cristo Jesus” (Ef 2, 5s). “Se ressuscitastes com Cristo, procurai as coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. Pensai nas coisas do alto, e não nas da terra, pois morrestes e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo, que é a vossa vida, se manifestar, então vós também com Ele sereis manifestados em glória”. (Cl 3, 1-4)

“Fostes sepultados com Cristo no Batismo; também com Ele ressuscitastes, porque acreditastes no poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos”. (Cl 2, 12). “Se nos tornamos uma só coisa com Ele por uma morte semelhante à sua, seremos, também uma só coisa com Ele por uma ressurreição semelhante à sua” (Rm 6,5).
“Se morremos com Cristo, cremos que também viveremos com Ele” (Rm 6,8).

“Pelo batismo fomos sepultados com Cristo na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também nós vivamos uma vida nova” (Rm 6,4).

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domingo, 27 de março de 2011

Entenda um pouco mais sobre o sacramento da reconciliação.

1. O QUE É A CONFISSÃO?
Confissão ou Penitência é o Sacramento instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo, para que os cristãos possam ser perdoados de seus pecados e receberem a graça santificante. Também é chamado de sacramento da Reconciliação.
 
2. QUEM INSTITUIU O SACRAMENTO DA CONFISSÃO OU PENITÊNCIA?
O sacramento da Penitência foi instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo nos ensina o Evangelho de São João: "Depois dessas palavras (Jesus) soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem vocês perdoarem os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos" (Jo 20, 22-23).
 
 
3. A IGREJA TEM A AUTORIDADE PARA PERDOAR OS PECADOS ATRAVÉS DO SACRAMENTO DA PENITÊNCIA?
Sim, a Igreja tem esta autoridade porque a recebeu de Nosso Senhor Jesus Cristo: "Em verdade vos digo: tudo o que ligardes sobre a terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes sobre a terra será também desligado no céu" (Mt 18,18). 
 
4. POR QUE ME CONFESSAR E PEDIR O PERDÃO PARA UM HOMEM IGUAL A MIM?  
Só Deus perdoa os pecados. O Padre, mesmo sendo um homem sujeito às fraquezas como outros homens, está ali em nome de Deus e da Igreja para absolver os pecados. Ele é o ministro do perdão, isto é, o intermediário ou instrumento do perdão de Deus, como os pais são instrumentos de Deus para transmitir a vida a seus filhos; e como o médico é um instrumento para restituir a saúde física, etc. 
 
5. OS PADRES E BISPOS TAMBÉM SE CONFESSAM?  
Sim, obedientes aos ensinamentos de Cristo e da Igreja, todos os Padres, Bispos e mesmo o Papa se confessam com frequência, conforme o mandamento: "Confessai os vossos pecados uns aos outros" (Tg 5,16 ).
  
6. O QUE É NECESSÁRIO PARA FAZER UMA BOA CONFISSÃO?
Para se fazer uma boa confissão são necessárias 5 condições:
a) um bom e honesto exame de consciência diante de Deus;
b) arrependimento sincero por ter ofendido a Deus e ao próximo;
c) firme propósito diante de Deus de não pecar mais, mudar de vida, se converter;
d) confissão objetiva e clara a um sacerdote;
e) cumprir a penitência que o padre nos indicar.
 
7. COMO DEVE SER A CONFISSÃO?
Diga o tempo transcorrido desde a última confissão. Acuse (diga) seus pecados com clareza, primeiro os mais graves, depois os mais leves. Fale resumidamente, mas sem omitir o necessário. Devemos confessar os nossos pecados e não os dos outros. Porém, se participamos ou facilitamos de alguma forma o pecado alheio, também cometemos um pecado e devemos confessá-lo (por exemplo, se aconselhamos ou facilitamos alguém a praticar um aborto, somos tão culpados como quem cometeu o aborto). 
 
8. O QUE PENSAR DA CONFISSÃO FEITA SEM ARREPENDIMENTO OU SEM PROPÓSITO DE CONVERSÃO, OU SEJA, SÓ PARA "DESCARREGAR" UM POUCO OS PECADOS?
Além de ser uma confissão totalmente sem valor, é uma grave ofensa à Misericórdia Divina. Quem a pratica comete um pecado grave de sacrilégio.
 
9. QUE PECADOS SOMOS OBRIGADOS A CONFESSAR?
Somos obrigados a confessar todos os pecados graves (mortais). Mas é aconselhável também confessar os pecados leves (veniais) para exercitar a virtude da humildade.
  
10. O QUE SÃO PECADOS GRAVES (MORTAIS) E SUAS CONSEQUÊNCIAS?
São ofensas graves a Deus ou ao próximo. Eles apagam a caridade no coração do homem e o desviam de Deus. Quem morre em pecado grave (mortal) sem arrependimento, merece a morte eterna, conforme diz a Escritura: "Há pecado que leva à morte" (1Jo 5,16b).
 
11. O QUE SÃO PECADOS LEVES (ou também chamados de VENIAIS)?
São ofensas leves a Deus e ao próximo. Embora ofendam a Deus, não destroem a amizade entre Ele e o homem. Quem morre em pecado leve não merece a morte eterna. "Toda iniquidade é pecado, mas há pecado que não leva à morte" (1Jo 5, 17).
 
12. PODEIS DAR ALGUNS EXEMPLOS DE PECADOS GRAVES?
São pecados graves, por exemplo: O assassinato, o aborto provocado, assistir ou ler material pornográfico, destruir de forma grave e injusta a reputação do próximo, oprimir o pobre, o órfão ou a viúva, fazer mau uso do dinheiro público, o adultério, a fornicação, entre outros.
  
13. QUER DIZER QUE TODO AQUELE QUE MORRE EM PECADO MORTAL ESTÁ CONDENADO?
Merece a condenação eterna. Porém, somente Deus, que é justo e misericordioso e que conhece o coração de cada pessoa, pode julgar.
 
14. E SE TENHO DÚVIDAS SE COMETI PECADO GRAVE OU NÃO?
Para que haja pecado grave (mortal) é necessário:
a) conhecimento, ou seja, a pessoa deve saber, estar informada que o ato a ser praticado é pecado;
b) consentimento, ou seja, a pessoa tem tempo para refletir, e escolhe (consente) cometer o pecado;
c) liberdade, isto é, significa que somente comete pecado quem é livre para fazê-lo;
d) matéria, ou seja, significa que o ato a ser praticado é uma ofensa grave aos Mandamentos de Deus e da Igreja.
Estas 4 condições também são aplicáveis aos pecados leves, com a diferença que neste caso a matéria é uma ofensa leve contra os Mandamentos de Deus.
15. SE ESQUECI DE CONFESSAR UM PECADO QUE JULGO GRAVE?
Se esquecestes realmente, o Senhor te perdoou, mas é preciso acusá-lo ao sacerdote em uma próxima confissão.
 
16. E SE NÃO SINTO REMORSO, COMETI PECADO?
Não sentir peso na consciência (remorso) não significa que não tenhamos pecado. Se nós cometemos livremente uma falta contra um Mandamento de Deus, de forma deliberada, nós cometemos um pecado. A falta de remorso pode ser um sinal de um coração duro, ou de uma consciência pouco educada para as coisas espirituais (por exemplo, um assassino pode não ter remorso por ter feito um crime, mas seu pecado é muito grave).
  
17. A CONFISSÃO É OBRIGATÓRIA?
O católico deve confessar-se no mínimo uma vez por ano, ao menos a fim de se preparar para a Páscoa. Mas somos também obrigados toda vez que cometemos um pecado mortal.
 
18. QUAIS OS FRUTOS DE SE CONFESSAR CONSTANTEMENTE?
Toda confissão apaga completamente nossos pecados, até mesmo aqueles que tenhamos esquecido. E nos dá a graça santificante, tornando-nos naquele instante uma pessoa santa. Tranquilidade de consciência, consolo espiritual. Aumenta nossos méritos diante do Criador. Diminui a influência do demônio em nossa vida. Faz criar gosto pelas coisas do alto. Exercita-nos na humildade e nos faz crescer em todas as virtudes.
 
 
19. E SE TENHO DIFICULDADE PARA CONFESSAR UM DETERMINADO PECADO?
Se somos conhecidos de nosso pároco, devemos neste caso fazer a confissão com outro padre para nos sentirmos mais à vontade. Em todo caso, antes de se confessar converse com o sacerdote sobre a sua dificuldade. Ele usará de caridade para que a sua confissão seja válida sem lhe causar constrangimentos. Lembre-se: ele está no lugar de Jesus Cristo!
 
20. O QUE SIGNIFICA A PENITÊNCIA DADA NO FINAL DA CONFISSÃO?
A penitência proposta no fim da confissão não é um castigo; mas antes uma expressão de alegria pelo perdão celebrado.

 
Padre Wagner Augusto Portugal

terça-feira, 15 de março de 2011

Encontro de formação da CF 2011 na paróquia

Neste domingo 13/03/2011, das 08h00 às 11h30, no Salão Paroquial com a presença de 49 pessoas da comunidade se refletiu sobre a Campanha da Fraternidade 2011.