quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Confissão: fortaleza contra as investidas do maligno
Jesus nos cura da paralisia espiritual
Todos os pormenores que envolveram a cura do paralítico (cf. Mc 2,1-12) são profundamente significativos. Aquela doença era bem o símbolo da paralisia espiritual e Jesus, com Seu poder divino, cura a moléstia do corpo e da alma. Com efeito, aquele homem saiu andando, carregando a cama em que o trouxeram até Cristo, que realizou algo ainda mais admirável ao lhe restituir a saúde da alma: “Teus pecados estão perdoados”.
Após Sua Ressurreição, Cristo, que demonstrou peremptoriamente Sua divindade, outorgaria esta faculdade aos apóstolos: “A quem perdoardes os pecados, estes lhes serão perdoados” (Jo 20,23). Era a instituição do sacramento da penitência, o sacramento da libertação. Quando alguém diz que vai se confessar não se trata de um ato qualquer como ir ao dentista ou a qualquer consultório médico, o que já indica um mal corporal, mas atitude que se torna necessária para recuperar o bem-estar físico.
Entretanto, o sacramento da reconciliação opera uma cura muito mais premente, que não admite nenhuma dilação, pois se trata do reencontro pessoal com Aquele que ama o que errou muito além de sua expectativa. Esse sacramento oferece o perdão das faltas veniais ou graves, sendo remédio espiritual que fortalece o cristão para os embates contra as investivas do maligno. Sana as falhas das eivas provenientes dos pecados capitais, sobretudo, do defeito dominante.
O sacerdote é apenas um instrumento do Redentor, pois pronuncia, em Seu nome, a fórmula da absolvição. É Jesus quem cura a paralisia espiritual e ajuda para a caminhada rumo a Jerusalém celeste, impedindo as más decisões e as indecisões diante dos ataques demoníacos. O arrependimento sincero é uma volta medicinal aos erros passados, mas, sobretudo, uma largada para frente, para vitórias fulgurantes, obstando o cristão a desistir do mal, na prática das virtudes, na fidelidade à observância dos mandamentos, no anelo ardente de estar com Deus por toda a eternidade. Tira-se um fardo pesado e se imerge no oceano do amor infinito do Ser Supremo.
Percebe-se então que há uma diferença enorme entre o perdão dos homens e o do Criador, pois este é total. O Todo-Poderoso falou por intermédio do profeta Isaías: “Eu não me lembrarei mais dos teus pecados” (Is 43,25). Perdão completo que apaga as manchas devidas à fragilidade humana, benesse ofertada pelo grande amor do Senhor, que é a bondade infinita. Cumpre lembrar que o ato de dileção dos amigos do paralítico permitiu seu encontro com Jesus, encontro que resultou em consequências tão maravilhosas.
Este é um apostolado muito abençoado por Jesus, levar os que estão nas trevas do erro para a luz da anistia divina. Aqueles que se comprimiam ao redor do Redentor tinham uma confiança formidável n'Ele. Cristo, que lia os corações, percebia a fidúcia que neles reinava. Primeiro, foram perdoados os pecados daquele doente, depois se seguiu sua cura. Eis porque, sobretudo, por ocasião de alguma moléstia, é preciso, antes de tudo, colocar a consciência em paz, mesmo porque os medicamentos só produzirão seu efeito total quando a tranquilidade e a imperturbabilidade imperam dentro do coração. Este não deve estar bloqueado, dado que é todo processo psicossomático que necessita ser restaurado.
Os empecilhos que levam à paralisia espiritual podem vir de um passado infeliz, e tudo que esteja lá no inconsciente precisa ser aflorado, ou de um espírito rancoroso, revoltado, amargo que necessita se envolver num perdão cordial ou ainda dos muitos cuidados, ambições terrenas, paixões desregradas, situações familiares, profissionais. Numerosas são as causas que podem impedir o encontro com Jesus. Um sincero exame de consciência é a melhor de todas as terapias.
Com habilidade, diplomacia e muita caridade os bons cristãos podem, de fato, ajudar os amigos a encontrarem o Médico Divino, apostolado admirável, meritório para o dia do juízo final. Adite-se ser de um valor imenso as preces pela conversão dos pecadores. Jesus deseja perdoar a todos, mas respeita a liberdade de nos aproximarmos d'Ele ou não, e conta com o interesse dos verdadeiros cristãos que levem outros até Ele.
Representante de Cristo, o padre no confessionário exerce um tríplice papel. Ele é Juiz e, na verdade quantos, às vezes, pensam estar numa triste situação espiritual e, no entanto, necessitam apenas de pequenos ajustamentos vivenciais. Médico, ele cura enfermidades da alma. Nem sempre o mesmo remédio pode ser aplicado a idêntico tipo de doença, sendo morte para um o que é saúde para o outro. É o que se dá também na esfera espiritual: o confessor, habilmente, diagnostica o que se passa com quem o procura em busca de paz interior, oferecendo-lhe o medicamento adequado. Mestre, ele guia e aponta as veredas salvíficas; tudo isso em nome de Jesus, que tem poder de perdoar pecados.
Côn. José Geraldo Vidigal de CarvalhoApós Sua Ressurreição, Cristo, que demonstrou peremptoriamente Sua divindade, outorgaria esta faculdade aos apóstolos: “A quem perdoardes os pecados, estes lhes serão perdoados” (Jo 20,23). Era a instituição do sacramento da penitência, o sacramento da libertação. Quando alguém diz que vai se confessar não se trata de um ato qualquer como ir ao dentista ou a qualquer consultório médico, o que já indica um mal corporal, mas atitude que se torna necessária para recuperar o bem-estar físico.
Entretanto, o sacramento da reconciliação opera uma cura muito mais premente, que não admite nenhuma dilação, pois se trata do reencontro pessoal com Aquele que ama o que errou muito além de sua expectativa. Esse sacramento oferece o perdão das faltas veniais ou graves, sendo remédio espiritual que fortalece o cristão para os embates contra as investivas do maligno. Sana as falhas das eivas provenientes dos pecados capitais, sobretudo, do defeito dominante.
O sacerdote é apenas um instrumento do Redentor, pois pronuncia, em Seu nome, a fórmula da absolvição. É Jesus quem cura a paralisia espiritual e ajuda para a caminhada rumo a Jerusalém celeste, impedindo as más decisões e as indecisões diante dos ataques demoníacos. O arrependimento sincero é uma volta medicinal aos erros passados, mas, sobretudo, uma largada para frente, para vitórias fulgurantes, obstando o cristão a desistir do mal, na prática das virtudes, na fidelidade à observância dos mandamentos, no anelo ardente de estar com Deus por toda a eternidade. Tira-se um fardo pesado e se imerge no oceano do amor infinito do Ser Supremo.
Percebe-se então que há uma diferença enorme entre o perdão dos homens e o do Criador, pois este é total. O Todo-Poderoso falou por intermédio do profeta Isaías: “Eu não me lembrarei mais dos teus pecados” (Is 43,25). Perdão completo que apaga as manchas devidas à fragilidade humana, benesse ofertada pelo grande amor do Senhor, que é a bondade infinita. Cumpre lembrar que o ato de dileção dos amigos do paralítico permitiu seu encontro com Jesus, encontro que resultou em consequências tão maravilhosas.
Este é um apostolado muito abençoado por Jesus, levar os que estão nas trevas do erro para a luz da anistia divina. Aqueles que se comprimiam ao redor do Redentor tinham uma confiança formidável n'Ele. Cristo, que lia os corações, percebia a fidúcia que neles reinava. Primeiro, foram perdoados os pecados daquele doente, depois se seguiu sua cura. Eis porque, sobretudo, por ocasião de alguma moléstia, é preciso, antes de tudo, colocar a consciência em paz, mesmo porque os medicamentos só produzirão seu efeito total quando a tranquilidade e a imperturbabilidade imperam dentro do coração. Este não deve estar bloqueado, dado que é todo processo psicossomático que necessita ser restaurado.
Os empecilhos que levam à paralisia espiritual podem vir de um passado infeliz, e tudo que esteja lá no inconsciente precisa ser aflorado, ou de um espírito rancoroso, revoltado, amargo que necessita se envolver num perdão cordial ou ainda dos muitos cuidados, ambições terrenas, paixões desregradas, situações familiares, profissionais. Numerosas são as causas que podem impedir o encontro com Jesus. Um sincero exame de consciência é a melhor de todas as terapias.
Com habilidade, diplomacia e muita caridade os bons cristãos podem, de fato, ajudar os amigos a encontrarem o Médico Divino, apostolado admirável, meritório para o dia do juízo final. Adite-se ser de um valor imenso as preces pela conversão dos pecadores. Jesus deseja perdoar a todos, mas respeita a liberdade de nos aproximarmos d'Ele ou não, e conta com o interesse dos verdadeiros cristãos que levem outros até Ele.
Representante de Cristo, o padre no confessionário exerce um tríplice papel. Ele é Juiz e, na verdade quantos, às vezes, pensam estar numa triste situação espiritual e, no entanto, necessitam apenas de pequenos ajustamentos vivenciais. Médico, ele cura enfermidades da alma. Nem sempre o mesmo remédio pode ser aplicado a idêntico tipo de doença, sendo morte para um o que é saúde para o outro. É o que se dá também na esfera espiritual: o confessor, habilmente, diagnostica o que se passa com quem o procura em busca de paz interior, oferecendo-lhe o medicamento adequado. Mestre, ele guia e aponta as veredas salvíficas; tudo isso em nome de Jesus, que tem poder de perdoar pecados.
Professor no Seminário de Mariana durante 40 anos
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
20 de janeiro: Dia do Mártir São Sebastião
Hoje os paroquianos de São sebastião celebraram em festa o dia do Mártir. A preparação para este dia teve início no dia 25 de setembro de 2011, com a Romaria da Peregrinação da Imagem do Padroeiro para o Povoado de Placas de Piedade. A imagem percorreu a zona rural retornando a sede paroquial no dia da abertura da festa (11-01-2012). Na zona urbana os devotos de São sebastião celebraram o Ofício Divino e novena ( 02-01-2012 a 11-01-2012); do dia 11-01 ao dia 19-01 celebraram a Santa Eucaristia, culminando, hoje, com a grande celebração, dos 80 anos de devoção, em honra ao glorioso São Sebastião.
A Celebração foi presidida por padre Roberto Ribeiro da Silva, padre da cidade de Tacaratu - Diocese de Floresta-PE, e co-celebrada por padre Cícero, padre Viana, padre Aldo, padre Claudivan e padre Jorge Dias.
Ao final da Santa Missa padre Cícero fez os agradecimentos, anunciou o novo pajem e madrinha da bandeira e os juizes da festa 2013.
Tema da homilia: Igreja comprometida com a vida.
"Quem cresce na fé, cresce na santidade"
""Que essa comunidade, a partir do exemplo de vida de vocês, a partir da celebração de vossas vidas, possa crescer no testemunho a Jesus Cristo."
A Celebração foi presidida por padre Roberto Ribeiro da Silva, padre da cidade de Tacaratu - Diocese de Floresta-PE, e co-celebrada por padre Cícero, padre Viana, padre Aldo, padre Claudivan e padre Jorge Dias.
Ao final da Santa Missa padre Cícero fez os agradecimentos, anunciou o novo pajem e madrinha da bandeira e os juizes da festa 2013.
Tema da homilia: Igreja comprometida com a vida.
"Quem cresce na fé, cresce na santidade"
""Que essa comunidade, a partir do exemplo de vida de vocês, a partir da celebração de vossas vidas, possa crescer no testemunho a Jesus Cristo."
Padre Roberto
| Banda Filarmônica Santo Antonio |
| Padre Viana |
| Entrada da Palavra - Parabéns a todos que participaram. |
| Grupo de cântico - Parabéns! vocês nos ajudaram a entrar no Mistério |
9º dia da 80ª Festa de São Sebastião
Preside a Celebração padre Genildo
Tema: Cura
"Deus não é curandeiro"
"Devemos ser curados do ciume e da inveja"
"...a festa do Padroeiro é este momento de aprofundar a fé"
Tema: Cura
"Deus não é curandeiro"
"Devemos ser curados do ciume e da inveja"
"...a festa do Padroeiro é este momento de aprofundar a fé"
Padre Genildo
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
8º dia da 80ª Festa de São Sebastião
Celebração presidida por padre Adilton Guedes (Aldo).
Tema Fidelidade
"A fidelidade de São Sebastião deve ser a minha, deve ser a nossa."
"Jesus está no meio de nós. É o irmão é a irmã..."

Tema Fidelidade
"A fidelidade de São Sebastião deve ser a minha, deve ser a nossa."
"Jesus está no meio de nós. É o irmão é a irmã..."
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
7º dia da 80ª Festa de São Sebastião
Hoje a Celebração foi presidida por padre Adhemar.
Tema: Convivência Fraterna.
"O centro da obra de Deus é o Homem"
"Se não sabemos perdoar, se não sabemos amar, estamos ofendendo a Deus."
Tema: Convivência Fraterna.
"O centro da obra de Deus é o Homem"
"Se não sabemos perdoar, se não sabemos amar, estamos ofendendo a Deus."
Padre Adhemar
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